a ONG

Presentes há seis anos vinculados a outras instituições, observamos a real carência de Jardim Gramacho e firmamos relacionamentos íntimos com as famílias de lá. Então, depois de muito estudar sobre o lugar e perceber a necessidade de evolução no que diz respeito a estruturação de empreendimentos sociais, nasce o SIGA Movement.

Entendemos que pouco podemos esperar de quem está de barriga vazia e que a sobrevivência será sempre a primeira prioridade do ser humano. Mas e se conseguíssemos além de alimentar famílias, formar crianças e espiritualizar pessoas?

O SIGA acredita que qualquer distância é relativa e podemos ajudar a mudar vidas de quem nem conhecemos. Os tempos mudaram e queremos acompanhar, por isso não teremos um espaço fisico e seremos um plataforma inteiramente online. Aqui podemos aumentar nossa visibilidade e acabar com a distancia geográfica que isola nossas crianças de possíveis apoiadores interessados em investir neles.

Queremos mais do que ajudar as famílias a sobreviver em condições terríveis. Temos o ideal de estimular nossas crianças a acreditarem­ que foram nascidos com um propósito e assim nutrirmos suas habilidades e talentos para que um dia caminhem­ sozinhos. Não queremos criar dependência entre eles e uma fonte de ajuda mas proporcionarmos a oportunidade de independência. Eles são novos mais já desacreditados e não queremos estimular que sonhem sem capacitar-los a conquistar o que almejam.

As crianças do lixão ainda vão escutar propostas para se converterem a criminalidade e tentar a sorte grande por esse meio mas a proposta do siga é olhar as crianças nos olhos­ e dar mais uma opção além da curta e fácil. Podemos juntos oferecer estudo particular cristão, curso de inglês, plano de saúde, acompanhamento psicológico e um esporte. Somos a ponte entre você e uma criança de Jardim Gramacho. Imagina um dia estarmos juntos em suas formaturas. #partiu investir nesses pequenos?

Nossos valores
    Nossos valores

Nosso time

Juliana Rey

Juliana Rey, fundadora do SIGA, mora nos USA arrecadando recursos e estudando psicologia. Lá ela se prepara para vida de missionária que escolheu.

Depois de morar no Sri Lanka trabalhando em hospícios sem recursos e vivendo com locais, acumulou conhecimento e fundou o SIGA no Brasil. Aqui ela formalizou um trabalho que já fazia há 6 anos com as famílias de Jardim Gramacho.

“Acredito que somos abençoados para abençoar. “Ter” se tornou sinônimo de espalhar e quando se trata dessas crianças é muito fácil amar. Eu faço trabalho social desde a adolescência e não entendia porque uns tem o que outros nunca nem ouviram falar. Foi através de experiências pessoais que entendi que uma jornada nunca vai ser independente da outra. Enquanto uma parte do corpo estiver adoecida, nenhuma outra funcionará perfeitamente. Estamos conectados com quem nem conhecemos e somos capazes de transformar as vidas de pessoas que nunca nem vimos.

Não aceito e nem quero deixar minha história passar sem preencher todos os capítulos cercada de pessoas”.

Juliana Lopes

Juliana Lopes, presidente do SIGA acredita que o movimento é parte do seu chamado aqui na Terra.

“Nunca soube o que eu queria fazer da minha vida e essa agonia em buscar do meu propósito aumentava cada vez mais. Quando eu menos esperava, veio o SIGA Movement e isso fazia coração vibrar. Me faz feliz a ideia que estou nesse mundo pra transformar e cuidar de outras vidas”.

Hoje estudante de marketing, ela tem certeza que quer usar todos os recursos que tem nas suas mãos para agregar no movimento.
Estar em contato com uma pobreza extrema, tão perto de casa, faz qualquer um entrar em um conflito pessoal. A verdade é que ficamos tão impactados que nos sentimos impotentes diante de uma realidade tão dura. O SIGA porém, avivou esperança dentro da Juliana, que acredita na força do movimento.